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PARCERIAS

Jornal Surubiú 
Uruatapera         

Osvaldo Simões - Poeta 
www.omarambire.com.br

   
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Acari, o peixe predileto dos

            (chi) ximangos

 

 

   (93) 9141-2371 / 9128-9424

 

 

 

 

 

 

  Você Sabia?  

 

Aqui veremos várias curiosidades sobre o nosso Município... navegue abaixo para surpreender-se com fatos interessantes sobre Alenquer:

Todos os textos foram pesquisado por Roberto Mesquita, vejamos:

                    

O presidente da Província do Pará PEDRO VICENTE DE AZEVEDO, foi quem criou a Delegacia de Polícia de Alenquer em 10 de outubro de 1874.
Fonte: A Comarca de Alenquer - Apuntos históricos -  Ismaelino Valente.
 

 

O alenquerense Joaquim Bentes da localidade do Paraná (de cima), foi por muitos anos o Comandante do navio "Jupiter," que fazia a linha Belém / Manaus e toda as cidades do Baixo Amazonas.
 

 

Curiosidade sobre a Igreja Matriz: - Ainda no final do século XVIII, depois de uma grande enchente que alagou completamente a primeira Capela já reconstruída, foi feita a campanha para a construção de uma casa de oração. Com paredes de enchimento de barro; cobertura de telhas, também de barro; laterais de madeira. O templo foi construído com a colaboração total do povo católico sob a fiscalização de um padre diocessiano que vinha de Santarém. E a inauguração também foi consumada durante uma festa de Santo Antonio que recebeu no mesmo tempo a visita de um Bispo.
Fonte: Programa da Festa de Santo Antonio de 2000.
 

                     

No século XVIII outra caravela chega na Aldeia do Surubiú, por ordem do Governador Mendonça Furtado, para que todas as povoações reconhecidas ainda como Aldeias, fossem denominadas de Vila. E,  dependendo da opinião do Missionário Oficial, o nome deveria ser igual a uma Província de Portugal. Consta que nesse século outras missões estiveram nesta região, mas partiram direto para a região do rio Curuá, onde fundaram uma Missão que ficou conhecida nos anais de Curuá Manema. Hoje a antiga povoação está emancipada com o nome de Cidade do Curuá. Por esse percurso da história, aliado com uma lenda de que a imagem de Santo Antonio, encontrada por pescadores no tronco de uma árvore na margem do rio Surubiú, depois de levada mais de uma vez, para o povoado curuaense, voltou ao tronco da árvore onde foi construida uma Capela. Vem daí a crença de que a cidade de Alenquer teve como origem ou berço a região do Curuá.
Fonte: Programa da Festa de Santo Antonio de 2000.
 

 

Don Secundo Bruzzi, padre italiano chegou em Alenquer no ano de 1901, trabalhou vários anos em Alenquer. Naquela época, a paróquia Ximanga estava confiada aos Padres Franciscanos OFM. Devido a falta de Missionários a ordem confiou a Don Secundo Bruzzi a Missão de servir na paróquia de Alenquer. No dia 25.03.1924 Don Secundo Bruzzi retorna a Itália até 1923, deixando como substituto o Franciscano Frei Victor que assumia como vigário”.
Fonte: Programa da Festa de Santo Antonio de 2000.
 

 

 
Curiosidades dos anos 40 : Fonte: Jornal “Alenquerense”, de 1941, 1942 e 1943:
 

1) Que Manuel M. Paysano & Cia, dono da “ Casa Independente” (antiga Canto da Fortuna), era também o agente da The Texas Company (S.A) Ltda.

2) Que a praça de São Sebastião no bairro do Aningal, antigamente chamava-se “Praça da Revolução”.

3) Que em 1941, foi nomeado o capitão Antonio Barbosa Amorim, para exercer o cargo da Força Pública do Estado em Alenquer .

4) Que o Dr. Edgar B. Rodrigues (Médico ximango), atendia de graça em seu consultório no horário das 14:00 hs ás 16:00 hs as pessoas pobres da cidade .

5) Que em 1941, Amadeu Simões era Prefeito de Alenquer-Pará.

6) Que a “Casa Sabato”, pertencia a Sabato Megale e Antonieta Megale.

 
Fonte : José Ubaldo Oliveira Reis, da Monografia II, intitulada “ Alenquer, imagens do passado (fase desenvolvimentista).Que a Rua Getúlio Vargas (rua da frente), antigamente chamava-se Rua da República .

 
Nomes dos jornais ou periódicos que já circularam em Alenquer: “ O Alenquerense” , “ O Município” , “ A Gazeta de Alenquer” , “ O Chimango” , “ O Equador”, “ A Cidade de Alenquer” e, “O Cometa "

Que somente em 1930, foi que começou a pegar recepção de rádio na cidade de Alenquer e, só havia um rádio nesta época e que ficava na Intendência Velha (hoje, delegacia velha próximo a praça Santo Antonio), e tornou-se comum na época as pessoas comparecerem no início da noite para ouvir as notícias do Pará, do Brasil e do mundo.

A Rua Coaracy Nunes, antigamente chamava-se 1º de Maio .

Na sede social do União Esportiva do passado, só entravam famílias elitizadas (poder aquisitivo elevado), as mulheres “faladas” e até os jogadores do time de futebol, eram impedidos de freqüentarem os bailes.

Alenquer também exportava: Juta, Cumarú, Balata e pele de animais que deram muito dinheiro para os monopolizadores comerciais da época.

Nomes dos navios da época que embarcavam Castanha do Pará, no Trapiche Municipal de Alenquer: O Sobral, O Sapucaia, O Júpter, O Moacir, O Barão de Cametá, O Aquidabam e o Alegria .

A firma “A . Vallinoto e Cia, era representante do Banco do Brasil S/A, Banco Nacional Ultramarino S/A, Banco Moreira Gomes e Banco de Crédito da Amazônia S/A.

Que Alenquer chegou a produzir 2.000 hectolitros de Castanha do Pará, por safra, com isso, tornou-se o maior produtor de castanha do Pará, meados de 1915 a 1920 .

Outros grandes produtores de Castanha do Pará em Alenquer, foram: José dos Santos Ferraz, Joaquim Tavares e Souza, e Custódio Tavares.

Que a primeira casa coberta com telha na colônia Paes de Carvalho (Alenquer), foi de propriedade do Professor e Engenheiro Agrônomo João Marques .

Que os primeiros imigrantes a chegarem em Alenquer, foram: Italianos, Turcos, Judeus, Portugueses e os Japoneses..

Que o Sr. Pedro Barral era a pessoa que limpava e acendia os lampiões da cidade de Alenquer todos os dias.

Que a firma “Fernandes Nunes” , que foi uma das pioneiras na produção de cacau. localizava-se no Paraná de Alenquer.

Que a Rua Getúlio Vargas (rua da frente), antigamente chamava-se Rua da República.

Outro Alenquerense ilustre, CARLOS REBELO JUNIOR, é Juiz Federal em Sergipe e tem um vasto currículo, que pode ser visto no link abaixo

CARLOS REBÊLO Júnior
Juiz Federal da 3a Vara – (1988 - aos dias atuais)

Nasceu na cidade de Alenquer, Estado do Pará.
Graduou-se pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco.
Removido da Seção Judiciária de Pernambuco para esta  Seção Judiciária  em 06.06.1988.
Assumiu o exercício posse em 21.06.1988. 

Fonte: http://jfse.gov.br/galeria/rebeloext.html

 

Emissário do Governador Mendonça Furtado lendo o Decreto que deu o nome de Vila de Alenquer, esta cerimônia nas outras Aldeias era lida no mesmo local onde estava o Pelourinho, o símbolo do poder que servia também para castigar os condenados. Devido a não existência do tronco de madeira na Aldeia, a leitura foi feita em baixo de uma frondosa castanheira e a honraria coube ao intrépido marinheiro, que era filho da Província de Alenquer, em Portugal.
 
Fonte: Programa da Festa de Santo Antonio de 2000.
 
 
 

JANARY NUNES, Alenquerense, foi governador do Amapá e Presidente da Petrobrás? Leia o texto completo abaixo...

Janary Nunes - (governador do amapá entre Janeiro de 1944 a Fevereiro de 1956)


O primeiro e o que governou por mais tempo o Amapá (quase 12 anos). No seu governo, a construção do Amapá. Nasceu em Alenquer (Pará) em 1º de junho de 1912 e faleceu no Rio de Janeiro em 15 de outubro de 1984. Casou em primeiro matrimônio com Iracema Carvão Nunes (falecida) e em segundo matrimônio com a irmã de Iracema, Alice Déa Carvão Nunes. Sua vida é cheia de trabalhos prestados ao país.
De 1933 a 1934 foi redator da Revista da Escola Militar, chegando ao cargo de diretor. Em 29 de dezembro de 1934 é declarado aspirante a oficial. Mais tarde é promovido a Segundo Tenente, Capitão e Major, servindo no 26º BC em Belém, no Destacamento. Em 1938 ele está no comando do Pelotão de Fuzileiros de Oiapoque, e em seguida no 15º BC em Florianópolis (SC), e na 1ª Companhia Independente de Metralhadoras, no Rio.
A primeira etapa de transformação do Amapá em Território Federal, foi de autoria de Janary que, em 1944, após criação dos territórios, é nomeado governador, o primeiro.
No período de setembro a outubro de 1954, foi substituído por Theodoro Arthou, voltando em 1955, e permanecendo até 1956.
De 1956 a 1959, exerceu a presidência da Petrobrás, colaborando no Plano de Desenvolvimento e Ampliação da empresa, no período de governo de Juscelino Kubitschek. Em 1960 é nomeado embaixador plenipotenciário e extraordinário do Brasil na Turquia.
Deve-se a Janary a construção dos primeiros prédios escolares (Colégio Amapaense, Instituto de Educação, Escola Alexandre Vaz Tavares, da Rádio Difusora de Macapá, da Residência Governamental, da Praça Barão do Rio Branco, da Praça Veiga Cabral etc

Fonte: http://www.amapa.gov.br/amapa-historia/historia-administradores.htm (texto)

              http://www.amapa.gov.br/noticias-gov/2003/julho/not-08-07-003.htm  (Foto)

Pesquisado por Roberto Mesquita.


...Francisco de Alencar Matos, Procurador da República no Estado do Ceará no período de 1926 a 1945, exerceu em Alenquer a função de Promotor  Público no início da década de 20 ?.

Fonte: http://www.prce.mpf.gov.br/biografi.htm

 

 
 

... A CANOA DE JAPÁ , utilizada para a pesca e pequenos deslocamentos na região de Alenquer (PA), tem origem indígena e era muito utilizada ao longo de todo o rio Amazonas, estando agora restrita a comunidades distantes de difícil acesso.
Foi pago por este exemplar a quantia de R$ 300,00, ao Sr. Cassiano Ferreira da Silva, residente na Estrada do Corumum s/n Alenquer (PA).

Fonte: http://www.netbabillons.com.br/entrevistas/07-paulomuseu/paulomuseu02.htm


... Geraldo Sena Neto, 42 anos, Alenquerense, filho do "seu Maúca", é o presidente do CREA - RO eleito para o exercício de 2003-2006? ...Ele é formou-se em Eng. Civil pela UFPA em 1983. Veja mais detalhes na fonte.

Fonte: http://crearo.org.br/geraldo-sena.htm


...Alenquer pertence a um dos "corredores de pesca" do Estado do Pará, mais precisamente no "corredor dos grandes lagos", que concentra seus peixes nas áreas de várzea formadas no tempo da seca...?

Veja a matéria original clicando aqui


O.N.G. s

...Várias ONGs (Organizações não governamentais) atuam em Alenquer  em diversos campos. Algumas delas estão listadas abaixo:

PROTEGER - ONG que atua no combate as queimadas na amazônia. http://www.proteger.org.br

na verdade até agora só tenho informações dessa ONG, mas à medida que outras forem aparecendo, colocarei aqui.


...Alenquer  foi palco de uma arriscada operação de resgate dos sobreviventes de um vôo em 1996? Leia a história completa abaixo.

OBS.: Como eu peguei esta matéria do local orginal sem pedir para o dono, coloquei a matéria completa e não mudei nada do texto original, encontrado em: http://www.18gav.hpg.ig.com.br/1996.htm

Resgate do PT-KCC (22 de fevereiro de 1996)


Acima: Equipe de resgate Próx.ima aos destroços do PT-KCC

    


Esquerda: sobrevivente sendo removida da maca
Direita: pausa para foto com a tripulação

 Sobrevivente conta a tragédia:


Texto extraído do jornal O LIBERAL, de 23 de fevereiro de 1996

Bem humorada, cozinheira de garimpo afirma que pane no motor provocou a queda do avião em Alenquer e que não deixará de voar

    Santarém – Resgatada depois de 48 horas do acidente, com o monomotor Cessna, prefixo PT-KCC, Maria Ivonete Silva dos Santos, 30 anos, solteira, conhecida no garimpo com "Neguinha", a única sobrevivente entre os cinco ocupantes da aeronave, surpreendeu a toda equipe da operação, por sua coragem, bom humor e presença de espírito, diante de toda a situação que viveu. Trabalhando, como cozinheira, há mais de dez anos com o garimpeiro Germano Leitão de Oliveira, ela estava há mais de dez anos no garimpo do Molocopote, em Almeirim, e viajava disposta a passar a Semana Santa com seus pais em Pedreira (MA).

    Maria Ivonete foi resgatada, 48 horas depois do acidente em Alenquer, dos destroços do avião, de helicóptero, para a pista do Kennedy, que serviu de base de apoio para o operação. Depois, foi levada de avião para Santarém, onde está internada no Hospital de Fundação Nacional de Saúde. Mesmo sentindo dores por ter sofrido fratura dupla no fêmur da perna esquerda, ela conversou, ainda na pista do Kennedy, com o repórter.

Como foi a pane no avião?

    Nós vínhamos voando há mais de uma hora normalmente, desde o Molocopote. De repente, o piloto Edísio falou para o Germano, que o motor estava em pane. Logo em seguida o motor parou e começamos a cair. Ele ainda avisou pelo rádio que irira tentar pousar. No momento do impacto do avião na mata, perdi o sentido por pouco tempo. Quando me dei conta, estava por baixo dos corpos do Germano e do Casagrande, mas não podia mexer com a perna esquerda. Estava doendo muito e notei que havia quebrado o osso.

Como você fez para sair desse sufoco?

    Primeiro fiquei com medo do avião pegar fogo, pois o cheiro de gasolina era muito forte. Depois percebi que o avião, depois do choque, ficou de cabeça para baixo. Com muito esforço comecei a empurrar o meu corpo para sair debaixo dos corpos do Germano e do Casagrande. A noite chegou e comecei a sentir frio. Passei a noite toda sem dormir, sentindo muita dor na perna. Sabe, moço, pensei comigo mesma, se não me encontrarem sei que vou morrer devorada por uma onça. Aqui nesta região tem muito. Sem poder me movimentar era um prato cheio.

Os outros passageiros estavam todos mortos?

    Não. O Nel respirava com dificuldade, mas não respondia aos meus chamados. O piloto Edísio, o Germano e o Casagrande (Francisco Sales), estes morreram na hora. O Nel ainda ficou respirando até o dia seguinte, pouco antes de ouvir o barulho de avião sobrevoando a gente.

E quando os dois militares desceram no local?

    Fiquei muito feliz, naquele momento agradeci a Deus e chorei de felicidade por ver eles junto comigo. Eles foram muito bacanas durante todo o tempo.

O que vai mudar na sua vida depois do acidente?

    Uma coisa talvez. Vou ficar com medo de andar de avião pequeno, mas só em vôos muito longos. Os de pouca duração não tenho medo não.

Equipamento e coragem permitiram resgate

    Dois fatores contribuiram decisivamente para o sucesso da operação de busca e resgate da sobrevivente e dos corpos das vítimas, no acidente com o monomotor PT-KCC, que sofreu pane de motor quando retornava do garimpo do Molocopote, no último dia 19. O primeiro foi o fato da aeronave estar equipada com o ELT, um pequeno aparelho que permite a localização do equipamento, o segundo, o desempenho das equipes de busca e resgate, mesmo diante das difíceis condições de acesso do local do acidente.

    A região tem muitas montanhas e as chuvas da época dificultaram toda a operação. No dia seguinte ao acidente, o Grupo de Aviação do Esquadrão Pelicano, da FAB, sediado em Campo Grande, já amanheceu em Santarém, com um avião Bandeirante. Às 10 horas, foram localizados os destroços da aeronave, e imediatamente acionado o Grupo de Aviação do Esquadrão Falcão, sediado em Belém, para o resgate no local.

    Com um helicóptero Esquilo, dois militares desceram até os destroços, fizeram um levantamento do local e prestaram assistência à única sobrevivente. Como o helicóptero tem pouca autonomia de vôo e devido às restrições de vôo nestas circunstâncias de resgate, foi montada uma base de apoio e abastecimento numa pista abandonada, Próx.imo ao local do acidente, conhecida como Kennedy.

    Os sargentos Kassten e o cabo Barbosa permaneceram no local com a incumbência de abrir uma clareira, para no dia seguinte ser feito o resgate da sobrevivente e dos cadáveres. Maria Ivonete Silva dos Santos foi retirada por volta das 13 horas. Depois foi a vez dos corpos, já acondicionados, serem levados para a pista do Kennedy. De lá para Santarém, a sobrevivente e os cadáveres foram levados em dois aviões monomotores encarregados do transporte de combustível para o helicóptero.

 Arquivo pessoal do Sgt Barbosa

Pesquisado por Roberto Mesquita.

 

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