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  Notícias  

PARÁ FECHA 2017 COM ALTA COBERTURA VACINAL CONTRA A FECBRE AFTOSA

A Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adepará) concluiu o relatório com o resultado da última campanha de vacinação contra febre aftosa, realizada em novembro de 2017 em todo o Estado. O Pará se manteve entre os estados brasileiros que tem maior cobertura vacinal, com a imunização de 7.907.328 bovinos e bubalinos, o que representa 98,07% do rebanho. Para permanecer como área livre de febre aftosa com vacinação, segundo meta exigida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o estados precisam ter um índice de no mínimo 90% de vacinação.

Nesta etapa foram vacinados apenas bovinos e bubalinos de 0 a 24 meses de idade, diferente da primeira etapa, realizada sempre no mês de maio, em que são vacinados todos os animais, independentemente da idade. Em todas as etapas realizadas no ano de 2017, a cobertura vacinal foi acima de 97%, algo que tem se mantido ao longo dos anos, desde a criação da Adepará.

Para o diretor geral do órgão estadual, Luiz Pinto, o sucesso da campanha de vacinação contra a aftosa deve-se ao trabalho institucional realizado pelo governo, ao compromisso dos produtores com a vacinação e ao empenho dos técnicos da Adepará. “Essa meta tem um grande significado para os criadores e para a população como um todo, comprovando mais uma vez que o rebanho paraense está imune e que vem sendo cumprida a meta preconizada pelo Ministério da Agricultura”, afirma.

Na avaliação do gerente do Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa da Adepará, George Santos, o alcance de uma cobertura vacinal superior a 98%, demonstra que o produtor paraense está consciente da importância de manter o gado vacinado. “Tivemos 26 municípios que alcançaram 100% de vacinação na última campanha, o que demonstra o compromisso do produtor em manter a sanidade do seu rebanho", destacou.

Ainda segundo George, a última etapa de vacinação foi bem aceita pelos produtores. "Como foram vacinados apenas os animais de 0 a 24 meses, os produtores tiveram uma economia de 60% com a compra das vacinas, já que os plantéis têm maioria de animais acima de 25 meses. Quando não for mais necessário vacinar, o produtor vai ser o maior beneficiado pelo cumprimento de todas as etapas de imunização, fundamentais para o alcance do status de livre da aftosa sem vacinação”, concluiu.

O criador que não vacinou e não declarou será notificado e autuado, ficando impedido de retirar a Guia de Trânsito Animal (GTA), circular e ou comercializar os animais até que a situação seja regularizada junto à Adepará.

Rebanho imunizado

O rebanho do Pará é o quinto maior do Brasil, com mais de 20 milhões de cabeças e, desde 2014, o estado é reconhecido pela OIE como área livre da febre aftosa com vacinação. Ainda em 2017 a Adepará deu início ao processo para se tornar área livre da doença sem vacinação até 2020, conforme o planejamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que prevê a retirada da vacina em todo o país. A meta é que até 2023 o Brasil conquiste o status de zona livre da aftosa sem vacinação.

Com o status de área livre da febre aftosa sem vacinação o Pará vai garantir a abertura de mercados em todo o mundo, já que a população paraense consome apenas 30% da carne bovina produzida no Estado, os outros 70% que sobram são destinados à exportação. Alguns países como o Japão tem regras muito rígidas com relação à importação de carne e não compram de países que ainda vacinam.

Ao longo de 2018 a Adepará vai realizar cinco campanhas contra a febre aftosa:

15 de março a 30 de abril – etapa de vacinação das Zonas de Proteção de Faro e Terra Santa.

1 a 31 de maio – campanha estadual de vacinação.

15 de julho a 30 de agosto – etapa de vacinação das Zonas de Proteção de Faro e Terra Santa.

15 de agosto a 15 de outubro – etapa de vacinação da Ilha do Marajó.

1 a 30 de novembro – campanha estadual de vacinação.

Fonte: Agencia Pará.

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História

O Marambiré ocorre principalmente em homenagem a São Benedito, um santo católico venerado em Portugal desde o sé­culo 16 e que, ao ser trazido ao Brasil pelos padres portugueses, por ser ex-escravo, foi prontamente adotado pelos escravos, tornando-se um santo negro de grande devoção. A festa maior inicia em 14 de dezembro, dia de Santa Luzia, e termina em 20 de janeiro, dia de São Sebastião. O ponto alto dos festejos ocorre no dia 6 de janeiro, dia de São Benedito.

Além do forte aspecto religioso, o Marambiré tornou-se um símbolo da resistência étnica, não somente da comunidade do Pacoval, mas de diversas outras localizadas no baixo Amazonas. Nas letras das músicas, as referências à África, ao sofrimento e ao passado escravista são fortes, marcando o pertencimento étnico e a identidade afrodescendente.

Ele se desenvolve de maneira ritualística e teatral, seguindo passos que determinam diferentes formações – como fileiras ou rodas –, músicas e cantos e atuações dos personagens envolvidos. Um dos ritmos que embala o momento é o Lundum, muito parecido com o Carimbó e o Marabaixo. Os personagens são o Rei do Congo, a Rainha do Congo, as rainhas auxiliares, os cabeçários, o caixeiro, o contra-mestre e os valsares. A presença de uma “corte” é muito comum em diversas manifestações culturais de origem africana.

Os dançarinos vestem trajes brancos e coloridos, coroas e capacetes feitos de fitas e papéis de seda e crepom coloridos, que substituem as pe­nas de pássaros usadas no passado. O ritmo da dança é dado pela caixa e pelos pandeiros. Como retrata o documentário, as letras das músicas são bastante antigas e, segundo a comunidade, não são mudadas desde que foram criadas. Cada parte do ritual tem seus cantos específicos. Ao mesmo tempo em que as músicas evocam São Benedito, rendem tributo à nobreza – ao Rei e à Rainha do Congo – e seus vassalos, atualmente chamados de valsares.

André dos Santos

O diretor do documentário é quilombo­la, nascido na comunidade Boa Vista, no alto rio Trombetas, no Pará, a primeira comunidade de rema­nescentes de quilombos a receber o título coletivo e definitivo de suas terras, em 1995. Há cinco anos, vem se dedicando a produzir documentários sobre a vida e a cultura de comunidades afrodescendentes na Amazônia, como forma de divulgar e preservar esses saberes, sabendo da importância que o audiovisual tem para esse feito.

Sobre o Rumos Itaú Cultural

O Itaú Cultural mantém o programa Rumos desde 1997. Este que é um dos primeiros editais públicos do Brasil para a produção e a difusão de trabalhos de artistas, produtores e pesquisadores brasileiros, já ultrapassou os 52 mil projetos inscritos vindos de todos os estados do país e do exterior. Destes, foram contempladas mais de 1,3 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa.

Os trabalhos resultantes da seleção de todas as edições foram vistos por mais de 6 milhões de pessoas em todo o país. Além disso, mais de mil emissoras de rádio e televisão parceiras divulgaram os trabalhos selecionados. Nesta edição de 2017-2018, os projetos inscritos serão examinados, em uma primeira fase seletiva, por uma comissão composta por 40 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país.

Em seguida, passarão por um profundo processo de avaliação e análise por uma Comissão de Seleção multidisciplinar, formada por 22 profissionais que se inter-relacionam com a cultura brasileira, incluindo gestores da própria instituição.

Fonte: RG 15/O Impacto e Assessoria de imprensa/Sorella Conteúdo

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