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  Notícias  

  ENDOCRINOLOGISTAS APROVAM LIBERAÇÃO DA VENDA DE INIBIDORES DE APETITE

No último dia 23 de junho, o presidente da República em exercício, Rodrigo Maia, sancionou o projeto de lei 2431/11, que libera a produção, comercialização e consumo dos inibidores de apetite derivados das anfetaminas anfepramona, femproporex e mazindol. Desde 2011, esses medicamentos estavam proibidos pela Agência Nacional de Vigilândia Sanitária (Anvisa), que alega não haver comprovação de eficácia e segurança das medicações.

O assunto vem sendo debatido desde então entre a classe médica e instituições de saúde no País. De acordo com a endocrinologista Flávia Cunha, do Hospital Jean Bitar, o uso indiscriminado e irracional destas classes de medicamentos no Brasil, geralmente sem acompanhamento médico, também pode ter contribuído para o cancelamento dos registros pela Anvisa.

“Essa medida, por outro lado, fez com que muitos pacientes obesos ficassem, até então, sem opções de tratamento para obesidade, tendo em vista que, atualmente, são liberados pela Anvisa apenas as substâncias sibutramina, orlistate e liraglutide. Os dois últimos são medicações de custo bastante elevado, dificultando o tratamento de obesos com baixo poder aquisitivo”, observa a médica que atua na unidade hospitalar que é referência no Estado para doenças endócrinas, como o diabetes.

Ela explica ainda que a medicação sibutramina pode ser comercializada e consumida, mas o controle de sua prescrição foi reforçado com a criação de uma receita especial, acompanhado de um termo de responsabilidade do médico sobre o paciente, com o objetivo de restringir o uso da substância.

A sanção presidencial foi apoiada pelas entidades médicas que tratam obesidade como a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e Associação para estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica(Abeso) e pelo Conselho Federal de Medicina. No entanto, Flávia Cunha informa que Anvisa permanece contrária a esta liberação imposta pelo decreto de lei recém publicado.

Este é um tema ainda bastante controverso. Existe divergência inclusive entre as agências reguladoras de outros países. Flávia Cunha diz que a Agência Europeia aprova como medicamento anti-obesidade a bupropiona + naltrexone, orlistate e liraglutide. Já a Agência Americana – Food and Drug Administration (FDA), aprova os mesmos da Agência Europeia mais a dietilpropiona, benzofetamina, fendimetrazina, fentermina, fentermina + topiramato e lorcaserina. Por outro aldo a Anvisa reconhece apenas o uso de sibutramina, orlistate e liraglutide, como mencionado anteriormente. “Essa divergência entre as agências reguladoras pode ser explicada pelos resultados controversos e limitados em estudos publicados com essas drogas, relacionados com taxas expressivas de descontinuação do tratamento, pequeno tamanho das amostras, baixa qualidade metodológica e grande heterogeneidade em meta-análises”, explicou a médica.

Fonte: Site da ORM - Belém - Pará - Brasil.

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