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CENTUR REABRE BIBLIOTECA PÚBLICA NO DIA 31 DE JANEIRO

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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            (chi) ximangos

 

 

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Neste mês de janeiro o público da Biblioteca Arthur Vianna, administrada pela Fundação Cultural do Pará, voltará a ter acesso às pesquisas nos acervos das seções no terceiro andar do Centur (foto). Após um ano fechado para reforma, começou o processo de remanejamento dos equipamentos, livros, microfilmagens, jornais, gibis, obras raras, entre outros, para reabertura do espaço que está prevista para o dia 31.

Cada seção precisou de um tempo para passar por uma reorganização, uma delas é a de jornais do estado do Pará, que está entre os espaços mais visitados da biblioteca. Segundo o arquivista Ranulfo Figueiredo Campos, 64, funcionário da instituição há quase 42 anos, os jornais são os acervos mais procurados da biblioteca.

Ele acrescenta que a biblioteca possui cerca de 205 títulos de jornais, sendo 128 em forma de papel e 87 em microfilmes. A seção de jornais tem um público formado por professores, historiadores, pesquisadores, estudantes de mestrado, doutorado e graduação. O acervo foi constituído desde a fundação da biblioteca, em 1971, e tem arquivos do primeiro jornal que circulou no estado, A Gazeta de Lisboa, em 1821, e do primeiro periódico que foi editado no Estado, O Paraense, de 1822.

Na seção de jornais, o arquivista ressalta que os mais procurados são, em geral, aqueles que registram algum período importante da história do Pará. Um exemplo é o jornal O Cabano da Praia Grande, o único a circular no período da Cabanagem, no ano de 1835. Logo depois foi lançado o Treze de Maio, em 1840, que também é muito pesquisado, pelo fato de ser um jornal que surgiu no fim do período da revolução da Cabanagem, segundo detalha Ranulfo Campos.

Os jornais mais antigos, do século XIX e XX, passaram por restauração, e estão em fase de microfilmagem. Os cuidados com os arquivos são estabelecidos por períodos. “Quanto mais velhos os jornais, mais cuidado temos com eles”, ponderou o arquivista. “Às vezes, quando um pesquisador solicita um arquivo em mídia, por exemplo: pendrive, e-mail, PDF ou CD, nós transformamos o exemplar em mídia e disponibilizamos para ele. Assim estamos, aos poucos, construindo um banco de dados”, comemorou.

Fonte: Site da ORM.

 

 

 

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